quinta-feira, 10 de setembro de 2009


Energia Eólica

Atulamente,a energia eólica é utilizada em larga escala no mundo. Na última década, sua evolução demonstra sua aceitação como fonte geradora com tendências de crescimento expressivo relativamente às matrizes energéticas dos países que a utilizam. Hoje, existem mais de 30.000MW de capacidade instalada no mundo. A maioria dos projetos está localizada na Alemanha, Dinamarca, Espanha e Estados Unidos.

Na Dinamarca, a contribuição de energia eólica equivale a 12% da energia eletrica total produzida no país; no norte da Alemanha, a contribuição eólica já passou de 16%; e a União Européia tem como meta, até 2030, gerar 10% de toda eletricidade a partir do vento.

O Brasil tem grande potencial eólico: cerca de 140 gigawatts, segundo o atlas eólico brasileiro publicado pelo CEPEL, é concentrado nas regiões litorâneas e principalmente na região nordeste.

Aenergia eólica é uma energia renovável e de baixo impacto ambiental, não existem emissões de gases em sua geração, para se ter uma idéia de ocupação de solo, o equipamento ocupa 1% da área da usina eólica, eo restanta ode ser usado como lavoura ou pastagem, sem transtorno para animais ou plantas. Pode-se morar a um distância de 400 metros de uma usina eólica, sem que o ruído cause danos ou perturbações ao ser humano.

Um grande impulsor da energia eólica será o resgate equivalente de carbono recorrente da produção de energia limpa, quando coparada com uma mesma quantidade de energia produzida por fonte de combústiveis fósseis. Com a ratificação do Protocolo de Quioto, a geração de energia por fonte dos ventos poderá se beneficiar fortemente com a emissão dos certificados de carbono cujos valores podem ser expressivos, contribuindo assim para melhorar o rendimento econômico dos projetos eólicos.

Em janeiro de 2004, a Petrobras inaugurou na unidade de produção de petróleo em Macau/RN, o seu primeiro parque eólico. Empresa está desenvolvendo o projeto do seu segundo parque eólico, que ficará na região de Rio Grande no Rio Grande do Sul. Além disso, mantém mais de 20 pontos de medição de potencial eólico no Brasil e realiza estudos para instalação de novas unidades e parcerias nos projetos do PROINFA.

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